"Que notas são estas?"


Vamos estréiar esta seção de nosso blog com uma charge que tem sido partilhada via e-mail pelos internautas. Esta charge ilustra bem o enfraquecimento das hierarquias, com referência à violência contra o professor. Situações em que o professor perde a sua autoridade em sala de aula não raro são vivenciadas por nós enquanto alunos da licenciatura a fazer o estágio supervisionado; recém-formados possivelmente estão a vivenciar esta mesma situação. A charge tem circulado seguida de sábios dizeres, os quais também você confere aqui.





Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.


"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para os filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Passe adiante!

Precisamos começar JÁ!


Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...



Faça conforme a mensagem orienta. Passe a diante. E Não deixe de comentar esta postagem. O que pensa sobre? Tem testemunhos a respeito? Sinta-se à vontade para expor o que quiser sobre.



À lnternet não vai melhorar o mundo






A prepotente busca pelo mais

moderno joga por água abaixo

conquistas caras ao ser humano

Hoje em Dia, 29/05/2000



Com uma boa dose de sarcasmo, Alexandre Koyré, um dos mais importantes filósofos e historiadores da ciência, se lamentava de que a solução proposta por um colega para uma dada questão conceitual ostentava simplicidade e incorreção. Soluções simples para problemas complexos normalmente são falsas.

E essa sensação que me vem à mente ao ver anunciado em alto e bom tom que o problema da educação do mundo — planeta com 6 bilhões de pessoas, 4 continentes, 5 oceanos e milhares de idiomas e de culturas diferentes — se resolverá com globalização da mega-ultra-salvadora lnternet*.

De onde vem essa exaltação da modernidade não sei explicar, mas é fato que essa obsessiva, constante e prepotente busca pelo mais moderno joga por água abaixo valores, necessidades e conquistas caras ao ser humano. Tudo se passa como se estivéssemos alcançando tamanho grau de desenvolvimento tecnológico que tudo o que veio antes é obsoleto, errado ou ruim.

Hoje é educação via lnternet, informação via lnternet, alimentação via lnternet, livras via lnternet, almôndegas diet via lnternet, comunicação via lnternet, compras via Internei, sexo via Internei, amor via Internei.

Salve, salve, salve! Fogos, bandas de música, faixas, cores, salto alto e coquetéis. Irmãos, alegria, chegou a liberdade do ser humano. Agora o trabalho é prazer; a vida é linda; as gordurinhas vão desaparecer; o meu cabelo vai ficar igual ao do Maurício Manar, os amigos vão se corresponder; a solidão vai acabar; o mundo inteiro vai se unir, se comunicar se encontrar, ficar mais próximo. Aleluial

Ah... só tem um detalhe, uma bobagem à toa: o quê que a gente faz com a fome? Com a Africa? Com o vale do .Jequitinhonha? Com as favelas? Com o meu vizinho que não tem emprego? Com a empregada que tem 6 filhos? Com o salário mínimo? Com o Soros? Com a minha avó que não sabe escrever? Com os doentes? Coma minha panela de pressão que estragou? Com a minha vontade de beijar?

Credo, esse pessoal que faz crítica fica é de mal- olhado. Isso é ca-tas-tro-fis-mo. Qualquer coisa, 6, dá um Control-Alt-Del neles que fica tudo formatadinho. Fica jóia. Ou então, muda de provedor. Ligue para o 08004545.

Que os avanços da tecnologia da informação oferecem soluções novas, isso é fato. Mas não dá pra aceitar essa crença simplista na libertação do ser humano pela informática. O mundo é grande e os seres humanos, por bem ou por mal, continuam seres humanos.

Mesmo que se sirvam de tecnologia, os alunos precisam de professores, as bibliotecas precisam de livros, os hospitais, de remédios. Os idosos ainda pedem atenção e respeito, os agricultores, terra pra plantar. As crianças, modernas por essência, carecem de colo e os jovens, esses cabeludos cheios de espinhas mais do que nunca — precisam ter alguma esperança. Os jovens querem abrir a porta de casa e não mais escutar o lamento de um pai desempregado que não saca nada de Windows.



PERINI-SANTOS, Pedro. “A internet não vai melhorar o mundo”. In: Gramaticalmente Crônico. Belo Horizonte, MG: Edição independente, 2003, pp. 111-113.



* Sobre a temo, vaie ler A Natureza da Inteligência, organizado por Jean Khafa.



El Cid



“El Cid”, ou “Senhor Batalhador”, é o apelido de Rodrigo Diaz de Bivar, um nobre castelhano que viveu no século XI e se tornou um dosmaiores heróis da história da Espanha.


Ao longo dos dois séculos que se seguiram à sua morte, os cantadores exaltaram as façanhas de Rodrigo por cortes e castelos, por praças e feiras informando aos nobres e à gente simples sobre a heróica vida do cavaleiro a quem cristãos e mouros chamavam de Cid Campeador ou Senhor Batalhador


As “Canções do Cid” cantadas ao longo do tempo se perderam,mas um desconhecido fez com que essa história chegasse até nós escrevendo seus 3730 versos que compõe o “Poema do Cid”.


A construção do Residencial "El Cid" e a curiosidade de seus operários pela história do nobre cavaleiro é o mote do espetáculo inspirado napeça "Cid" do célebre dramaturgo francês Pierre Corneille (1606-1684), onde o jovem Rodrigo vive o dilema de vingar seu velho pai de uma grande ofensa de seu futuro sogro e perder para sempre sua amada e nobre Ximena.


Nesta divertida versão, a Cia Forte abusa do bom humor na construção de um espetáculo que diverte toda a família.


O espetáculo tem direção e roteiro de Carlos Delgado, concepção plasticade Márcio Gato, adereços em metal de Vanderley Moreno, adereços de Freddy Mozart e o seguinte elenco: Lucas Ferreira, Gláucia Enes, Daniel Furtado e Adão Magela.


A montagem para teatro de rua foi contemplada com o Prêmio Myrian Muniz/2007 da Funarte que objetiva apoiar financeiramente a produção de grupos independentes de teatro, e a consolidação de companhias já existentes.


A Cia Forte de Teatro, fundada em 1995, mantêm em repertórios espetáculos: O Alienista e Travessuras na Travessia. É co-realizadora do“K-iau em Cena – Festival Nacional de Teatro de Araçuaí/MG”, cuja quarta edição acontece em novembro de 2009.


Data: 08/08/2009 à 30/08/2009

Horário: Sábados e domingos às 19hrs

Local: Pátio do Centro Cultural da UFMG

Endereço: Av. Santos Dumont, 174 – Centro

Preço: Entrada Franca





Disponível em: http://www.agendabh.com.br/eventos_detalhes.php?CodEve=2550 .



 
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